Templates da Lua
Terça-feira, Setembro 30, 2003

Identidade
Por Érico Borgo
Identity
EUA, 2003 - 90 min.
Suspense
Direção: James Mangold
Roteiro: Michael Cooney
Elenco: John Cusack, Ray Liotta, Amanda Peet, John Hawkes, Alfred Molina, Rebecca DeMornay, John C. McGinley
Fãs de um bom suspense têm geralmente poucas opções de qualidade nas telas. Não é sempre que surge um O sexto sentido e filmes como O iluminado só acontecem uma vez a cada década. Algo digno de Hitchcock então... não vale nem a pena comentar. Em compensação, suspenses adolescentes medíocres abundam e invadem semanalmente os cinemas.
Identidade (Identity, 2003), suspense dirigido por James Mangold (Garota, interrompida), não se encaixa em nenhuma das categorias citadas. Não é uma produção antológica, nem uma tranqueira com teens gritalhões. Trata-se de um excelente entretenimento, que garante muita tensão, alguns bons sustos e uma trama original e bem amarrada. Sua curta duração favorece o ritmo da fita e as reviravoltas chegam na hora certa, sem espaço para as enrolações habituais do gênero.
O filme começa como num livro de Agatha Christie. Durante uma violenta tempestade, dez estranhos acabam reunidos num motel barato de beira de estrada nos arredores de Las Vegas. O grupo é formado por um motorista de limusine (John Cusack), uma estrela da década de 80 (Rebecca DeMornay), um policial (Ray Liotta) encarregado da escolta de um assassino (Jake Busey), uma garota de programa (Amanda Peet), dois recém-casados (Clea DuVall e William Lee Scott) e uma família em crise (John C. McGinley, Leila Kenzle, Bret Loehr), todos abrigados no desolado estabelecimento, administrado por um tenso gerente noturno (John Hawkes).
Isolados do mundo, sem telefone, celular ou rádio, as pessoas recolhem-se aos seus quartos, até que, uma a uma, começam a morrer, caçados por um assassino serial que parece saber muito bem o que está fazendo. Mas quem é o assassino? Todos parecem ter motivos para os crimes, mas também parecem inocentes... e a situação piora ainda mais quando uma perturbadora conexão entre cada um dos membros do grupo é descoberta.
Identidade pode até ter alguns vícios dos suspenses modernos. Felizmente, ser previsível não é um deles. O filme constantemente muda de direção, confundindo o espectador, que fica como os protagonistas: sem entender nada do que está acontecendo. Vale destacar também o excelente trabalho gráfico do pôster do filme, que só começa a fazer sentido depois dos 90 minutos da produção.
Uma boa recomendação para o filme é que ele seja assistido em grupo, já que o final deve gerar uma interessante polêmica, daquelas boas para discutir depois da sessão.
postado por às Terça-feira, Setembro 30, 2003
Domingo, Setembro 21, 2003
O PESSOAL DESCULPE A DEMORA EM ATUALIZAR O SITE É QUE ESTOU MEIO SEM TEMPO E ESTOU DE FÉRIAS TAMBEM, ENTÃO ESTÁ MEIO COMPLICADU PARA MIM, BREVE ESTAREI ATUALIZANDO COM MUITAS DICAS DE FILMES E DVD´S, E OUTROS FILMES QUE ESTÃO BARBARIZANDUI TODA A CARREIRA MUNDIAL E FUTURISTICA DE TODOS OS TEMPO...
UMA ABRAÇO A TODOS!!!!
postado por às Domingo, Setembro 21, 2003
Sexta-feira, Setembro 05, 2003
hoho
Senhoras e Senhores !! lançamento e dica do dia!!!
Tratamento de choque
Por Marcelo Hessel
4/9/2003
Tratamento de choque
Anger management
EUA, 2003
Comédia - 106 min.
Direção: Peter Segall
Roteiro: David Dorfman
Elenco: Adam Sandler, Jack Nicholson, Marisa Tomei, Luis Guzmán, Jonathan Loughran,
Kurt Fuller, Krista Allen, January Jones, John Turturro, Lynne Thigpen, Nancy Walls, Woody Harrelson
Sujeito excêntrico, Adam Sandler se especializou no papel de louco incontido. Tanto nas temporadas em que atuou no Saturday Night Live quanto na maioria dos seus filmes - o melhor deles Embriagado de Amor (Punch-Drunk Love, de P.T. Anderson, 2002) -, personifica o homem que se enfurece de repente. Já Jack Nicholson não faz questão de esconder a sua persona careteira e ameaçadora. Em 1994, durante um acesso de raiva, destruiu o vidro de um carro com um taco de golfe. Em suma, dois esquentadinhos. Colocá-los para dividir um filme sobre controle de raiva parece, então, uma interessantíssima idéia.
E Tratamento de choque (Anger Management, 2003), de Peter Segal, começa bem promissor. Dave Buznik (Sandler), designer de roupas para gatos gordos, se envolve num mal-entendido num vôo de negócios. Pede fones de ouvido para uma comissária que não o atende. Insiste, sempre num tom de voz quase inaudível (alguém se lembra da Cadete Hooks de Loucademia de Polícia?). Já em alerta, a aeromoça diz: "Por favor, não grite, senhor, eu sei que nosso país atravessa um momento difícil...". Dave tenta acalmar os ânimos, mas logo arma-se um circo ao seu redor, como se fosse uma operação para desarmar um insano suicida do Al Quaeda.
No fim das contas, Dave acaba no tribunal, condenado erroneamente a ingressar num programa de controle de agressividade. Como instrutor, surge o especialista Dr. Buddy Rydell, o personagem de Nicholson. O título em português diz respeito às técnicas de persuasão desenvolvidas por ele - baseadas no atrito, no estímulo da violência. Buddy pretende exorcizar os demônios interiores de Dave, e pra isso começa a dividir a cama com o paciente, acompanhá-lo no trabalho, expô-lo ao vexame público e periga até roubá-lo a namorada (Marisa Tomei).
Como é de se esperar, o expansivo e professoral Nicholson, bem à vontade, domina a cena - seja quando discursa com um inabalável sorriso mordaz ou quando simplesmente se espreguiça. Mas lá pela metade do filme o bom impacto do começo perde a força. À medida que Dave se descobre com o tratamento, o personagem de Nicholson perde espaço - e isso significa que sobram na tela, apenas, alguns coadjuvantes forçados, uma trilha sonora irritante e as piadas de baixo calão adicionadas por Sandler ao roteiro do estreante David Dorfman, sobre tamanhos de pênis, lésbicas, flatulência, ejaculação precoce, etc.
Aliás, Sandler deveria, para a saúde de sua carreira, procurar um terapeuta de verdade. Sexualidade reprimida tem cura.
Mas não é só isso. Em certo momento, quando conhece o travesti Galaxia (Woody Harrelson, hilariante), Dave brinca e diz que seu nome verdadeiro é Melvin. Esse é o nome do personagem de Nicholson em Melhor é impossível (As Good as it gets, de James L. Brooks, 1997) - filme que trata, também, de um neurótico agressivo que encontra a paz de espírito no amor. Mas o que seria uma comparação elogiosa se transforma numa heresia. A direção frouxa de Segal (Corra que a polícia vem aí 33 1/3, O professor aloprado 2) não se assemelha em nada ao controle que Brooks exerce, de ponta a ponta, sobre a sua obra.
No fundo, Tratamento de choque também frustra as expectativas criadas no começo por abandonar a autocrítica e desembocar na débil auto-ajuda. Assim, o que era a simpática aventura de Dave por matar seus fantasmas se transforma, na segunda metade do filme, num guia espirituoso e alto-astral para novaiorquinos nervosos e depressivos. Claro que quem não vive na Big Apple, nem sofre diariamente com medo de ataques terroristas, logo se entedia. E se entedia bastante! Tem de tudo, desde cenários digitais cheios de arranha-céus, jogo dos Yankees e conselhos amorosos do ex-prefeito Rudolph Giuliani (!) até confraternização no Central Park ao som de "I Feel Pretty", do musical West Side Story. Isso sem contar o patriotismo forçado, os personagens se cumprimentando com continência, as evidentes mensagens militares...
Tratamento de Choque, enfim, é recomendável àqueles que desfrutam da meia-entrada. É o preço exato de um filme que tem apenas uma parte bacana: a primeira metade iluminada pela presença de Jack Nicholson.
postado por às Sexta-feira, Setembro 05, 2003
Quinta-feira, Setembro 04, 2003
"hoho" calma já já muito mais novidades desse filme!!!!
postado por às Quinta-feira, Setembro 04, 2003
Senhoras e Senhores hojefarei um especial Matrix, tudo sobre esse saga que até eu fiquei mó tempo para descobrir todos os segredos e paradigamas do filme!!!
Matrix Confused: Entenda melhor o filme
Por Alexandre "O Jovem Nerd" Ottoni
27/5/2003
Neo na sala do Arquiteto
Zion
Oráculo
Não se sinta mal se você foi assistir a Matrix reloaded e saiu confuso ou sem entender bulhufas do filme. O diálogo entre Neo e o Arquiteto (leia aqui na íntegra), por exemplo, é rebuscado e as legendas não fazem justiça ao que é dito na língua original. Portanto, muita coisa se perde.
Eu, o Jovem Nerd [N.do E. - dono de um dos blogs mais divertidos da net brasileira], um leitor fanático de ficção-científica, após muitas discussões com os amigos e leituras atentas da transcrição do diálogo, proponho uma análise, não da filosofia, mas do que representam estas revelações para a trama da saga de Matrix. Ressalto que esse arrazoado é apenas uma possibilidade e se baseia em minhas opiniões sobre o filme. Deve-se admitir a eventualidade de que, em Matrix revolutions, algumas destas informações venham a ser desmentidas ou que outras verdades sejam acrescentadas ao enredo.
O Arquiteto é humano?
Parece uma pergunta idiota, mas, ao contrário do que foi publicado em uma coluna na Folha de São Paulo, o Arquiteto não é humano. A meu ver, isso fica claro quando ele define Neo como um humano e diz ao escolhido que redesenhou a Matrix "com base na história de vocês para refletir com maior precisão as variações grotescas de sua natureza".
Neste momento, ele se coloca fora do grupo que define como "a humanidade". Quem é o Arquiteto? Certamente, aos olhos da Matrix, ele é Deus, o pai, o criador. No entanto, em relação ao mundo real, pode não passar uma consciência digital, criada para governar o universo virtual.
Então, o Neo também é um programa?
Não. Algumas pessoas chegaram a levantar esta hipótese, mas ela não me parece muito factível. O Arquiteto diz no início da conversa: "Você tem muitas perguntas, e embora o processo tenha alterado sua consciência, você continua irrevogavelmente humano".
Ao dizer que o processo alterou sua consciência, ele se refere à 'iluminação' de Neo, quando ele descobriu seus poderes e a maneira de enxergar a Matrix, mas sem deixar de ser um humano.
Isso, todavia, não é só. Neo é especial? Sim.
"Sua vida é a soma do saldo de uma equação desequilibrada inerente à programação da Matrix. Você é o desenlace de uma anomalia, que, a despeito de meus mais sinceros esforços, fui incapaz de eliminar daquela, caso eu fosse capaz, seria uma harmonia de precisão matemática".
Esta afirmação confundiu muita gente. Ao se referir a Neo como um erro no sistema, algo na sua programação que tomou consciência e lhe arrumou problema, o Arquiteto sugere que ele seria um programa. Não me parece o caso. O Arquiteto, que é o programa criador, descreveu Neo como o vê. Seu universo se limita ao sistema da Matrix e, para ele, Neo é uma força consciente da humanidade, trata-se de um bug, algo que nem ele consegue decifrar ou apagar. Uma anomalia. Complicado? Calma que mais tarde eu volto a essa questão.
Quem é a Oráculo?
O Arquiteto afirma (assim como o Agente Smith no primeiro filme) que uma primeira versão da Matrix representava um mundo perfeito, mas que não funcionou.
"Um triunfo equiparado apenas ao seu fracasso monumental. A inevitabilidade de sua ruína é tão evidente para mim agora quanto é uma conseqüência da imperfeição inerente a todo ser humano".
Então, criou outra Matrix, baseada na história da humanidade, mas esta também foi um desastre. Daí, concluiu que não estava entendendo como fazer o sistema funcionar com os seres humanos. Levando-se em consideração o que Smith diz no primeiro filme, podemos crer que, em certo ponto, as pessoas conectadas rejeitavam o mundo virtual e começavam a despertar.
O Arquiteto justifica sua frustração: "[Eu] compreendi que a resposta me escapava, porque ela necessitava de uma mente inferior, ou talvez uma mente menos afeita aos parâmetros da perfeição".
Então, um programa intuitivo inicialmente criado para investigar aspectos da mente humana, encontrou por acaso a resposta. A solução encontrada funcionou para quase todas das pessoas e projetou a Matrix como ela é hoje, um sistema de controle quase perfeito.
Este tal programa intuitivo, nós conhecemos como Oráculo.
Como assim, esta é a sexta versão da Matrix?!
Na verdade, existiram outras, mas a ¿Matrix Utópica¿ e a primeira versão dela, baseada na história humana não contam pelo que o Arquiteto diz: "A Matrix é mais velha do que você imagina. Eu prefiro contar a partir do surgimento de uma anomalia integral para a seguinte. Neste caso, esta é a sexta versão".
Ou seja, ele só conta a partir da primeira Matrix que realmente funcionou, que, por conseqüência, trouxe o surgimento da anomalia Neo. Há houve seis. Isso sugere que assim como houve cinco Matrixes anteriores, também houve cinco Neos. Reparem que os Neos nas televisões na parede algumas vezes têm reações diversas à conversa. Talvez sejam as versões anteriores, no momento equivalente, reforçando a idéia de um ciclo.
Morpheus discursa em Zion que os humanos estão há 100 anos em guerra incessante com as máquinas. Podemos supor, então, que há 100 anos, o ciclo recomeçou, na forma da sexta versão da Matrix. Fazendo uma projeção rudimentar, podemos imaginar que a humanidade está há 600 anos ou mais presa em um ciclo de destruição e renascimento.
Então, Zion sempre é destruída e reconstruída? Por quê?
Sim. O Arquiteto ressalta que quando tentava controlar totalmente a humanidade, fracassava. Então, apenas depois que lhe deu o livre arbítrio, a Matrix serviu seu propósito.
"Como eu dizia, ela [Oráculo] se deparou por acaso com uma solução por meio da qual quase 99,9% de todas as cobaias aceitavam o programa, contanto que lhes fosse dada uma escolha, mesmo que só estivessem cientes dela em um nível quase inconsciente. Embora esta resposta funcionasse, ela era óbvia e fundamentalmente defeituosa, criando, assim, a anomalia sistêmica contraditória, a qual, sem vigilância, poderia ameaçar o próprio sistema. Por conseguinte, aqueles que recusavam o programa, ainda que uma minoria, se não vigiados, constituiriam uma probabilidade crescente de catástrofe".
Para que a humanidade fosse enganada pelo sistema, era necessário que lhe fosse dada a liberdade de escolha, ainda que esta fosse a de lutar contra o próprio sistema (em outro exemplo: ¿assim como Deus deu a liberdade ao Homem de até duvidar Dele.¿).
Como o Arquiteto disse anteriormente, essa era ao mesmo tempo a solução e a falha fundamental do sistema. A única maneira de combater esta falha era controlar o quanto fosse possível a crescente descrença no sistema, e quando ela representasse perigo (com o surgimento de Neo), destruir tudo e começar do zero.
Ou seja, quando a Matrix está mais infectada com esses ¿vírus¿, é hora de formatar o HD e instalar tudo de novo.
E quanto à escolha de Neo entre as duas portas?
Segundo o Arquiteto, ele não consegue destruir Neo. E mesmo se pudesse não o faria, pois a existência dele é necessária para que o sistema funcione. A única maneira que encontrou de derrotá-lo foi confrontá-lo com um dilema que, ao mesmo tempo, era um grande risco à sua própria existência.
Sempre que Neo corria para o Mainframe a fim de derrotar a Matrix naquele momento único, se deparava com o Arquiteto e com a escolha em questão. A armadilha era essa: Zion não tem escapatória. Vai ser destruída de qualquer maneira, assim como foi cinco vezes antes. O propósito do Predestinado seria o de entrar na fonte e temporariamente disseminar o código que ele carrega, com todas as suas experiências, a fim de alimentar a Matrix e prepará-la para sua próxima versão. Neste momento ele seria obrigado a escolher 23 indivíduos, 16 mulheres e 7 homens para serem "desplugados" da Matrix e reconstruir Zion. Se não cumprisse isso, resultaria em uma falha catastrófica de sistema que mataria todos os plugados na Matrix, e como Zion vai ser destruída, resultaria na extinção completa da raça humana.
Uma bela chantagem.
Eis a armadilha. Ou Neo concordava em reiniciar o ciclo ou adeus à humanidade. Neo ainda tenta confrontá-lo com a verdade de que as máquinas precisam dos humanos para sobreviver, mas o Arquiteto não se abala dizendo: "Há níveis de sobrevivência que estamos preparados para aceitar". Isso o deixa mais uma vez sem escolha.
Quer confirmar isso com o primeiro filme? Lembra quando Morpheus disse a Neo que existia alguém que podia remodelar a Matrix como quisesse? Que foi quem libertou o primeiro deles? Que seu retorno poria um fim à Matrix? O Arquiteto confirma esta verdade: "O que nos traz finalmente ao momento da verdade, em que a falha fundamental é definitivamente expressa e a anomalia revela ser tanto o começo quanto o fim".
A Matrix começa e termina com Neo.
A profecia é uma mentira? Neo não é escolhido? A Oráculo é um inimigo?
É precipitado afirmar essas coisas. Sem dúvida, o propósito inicial da Oráculo foi o de criar um sistema de controle eficiente para escravizar a humanidade. E apesar da profecia ter sido colocada em dúvida, já que todo o caminho de Neo é manipulado para que ele aja como o início e fim da Matrix, não vamos esquecer de que a Oráculo diz que ele a fez uma crente. E que, desta vez, Neo sente algo que seus predecessores não sentiram: Amor.
É possível que a Oráculo realmente tenha desenvolvido uma conexão forte com a humanidade. Afinal, ela foi o único programa que entendeu a mente humana. Apesar de ter terminado como uma personagem dúbia, acredito que ainda esteja do nosso lado.
E embora pareça que a profecia não passa de uma maneira de enganar Neo, quando analisada por outro ângulo, pode ser uma maneira de encorajá-lo a enfrentar seu destino. Afinal, cabe a ele tomar a última decisão: recomeçar o ciclo ou rompê-lo. É o que ele faz no fim do filme ao escolher salvar Trinity.
Ao romper o ciclo, Neo não condenou a humanidade à extinção?
Pelas regras estabelecidas pelo Arquiteto, sim, pois, ao escolher Trinity, deixou de ir à fonte da Matrix e escolher os 23 indivíduos para recomeçar a reconstrução. Lembre-se de que, se isso não fosse feito, a Matrix estava programada para falhar e matar todos os plugados. E, como Zion está prestes a ser erradicada, parece que é o fim mesmo.
As respostas para este confuso e ao mesmo tempo brilhante estratagema só teremos no terceiro filme. Como a humanidade vai se safar dessa? Qual é a participação do Agente Smith ¿encarnado¿? Por que Neo apresentou poderes no mundo real?
Seis meses nos separam destas respostas. Conselho meu: não vejam trailers. Vamos ao cinema no completo escuro que vai ser muito mais emocionante.
calma calma...esse foi só o começo!!!! "hoho"
postado por às Quinta-feira, Setembro 04, 2003
Veja o pôster de Gothika
Por Érico Borgo
3/9/2003
Foi revelado hoje o interessante pôster de Gothika, suspense dirigido pelo parisiense Mathieu Kassovitz (Rios vermelhos), com Halle Berry (X-Men 2) no papel principal.
No filme, Berry interpreta a Dra. Miranda Grey, uma psicóloga criminalista que acaba internada em sua própria clínica, incapaz de se lembrar de um crime que supostamente cometeu. Sua situação piora ainda mais, quando ela começa a ser visitada por um espírito vingativo que assombra a instituição. Penélope Cruz e Robert Downey Jr. também estão a bordo da produção.
Gothika estréia nos Estados Unidos em 24 de outubro.
"Só porque alguém está morto não significa que tenha ido embora"
postado por às Quinta-feira, Setembro 04, 2003
Lançamentos: DVD e VHS
Por Érico Borgo
3/9/2003
Confira abaixo as principais novidades em DVD e VHS da segunda quinzena de agosto nas locadoras, com links para as resenhas do filme, a relação dos extras dos discos e os trailers. Divirta-se!
X-Men 2
(Ação/ficção) VHS/DVD
Baseado nos quadrinhos da Marvel Comics, X-Men 2 traz mais uma vez a equipe de super-heróis mutantes às voltas com uma terrível ameaça. Porém, desta vez, estranhas alianças terão que ser realizadas a fim de salvar o futuro da sua raça.
DVD: Seleção de cenas. Formato de tela: standard. Áudio: Inglês 5.1, Português 2.0 e Espanhol 2.0. Legendas: Inglês, Português e Espanhol.
X2 - EUA, 2003 - Ação/ficção - Dirigido por Bryan Singer. Com Patrick Stewart, Hugh Jackman, Ian McKellen, Halle Berry, Famke Janssen, James Marsden, Rebecca Romijn-Stamos, Anna Paquin, Alan Cumming, Brian Cox. Duração: 130min.
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S1m0ne
(Ficção/Comédia) VHS/DVD
S1m0ne, a nova produção de Andrew Niccol (Gattaca, A vida de Truman) questiona o que acontecerá quando a tecnologia conseguir substituir atores reais por construções virtuais? O resultado é Simone, o sonho de todo diretor: uma atriz virtual, totalmente sob seu controle. Expressão, vestuário, voz... tudo ao alcance de cliques. Seguem-se sucessos de bilheteria, Oscars, glamour, fãs ardorosos e a mídia impaciente por cavar fundo a vida da nova estrela.
DVD: Cyber Stardom. Simulando Simone. Cenas deletadas. Trailer de outros títulos. Seleção de cenas. Formato de tela: fullscreen. Áudio: Inglês 5.1 e 2.0, Português 2.0. Legendas: Inglês e Português.
S1mone - EUA, 2002. Dirigido por Andrew Niccol. Com Al Pacino, Benjamin Salisbury, Winona Ryder, Darnell Williams. Duração: 117min.
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postado por às Quinta-feira, Setembro 04, 2003
Olá Senhoras e Senhores faz muito tempo q não passo por aqui né... foi mal... estou meio 100 tempo para postar...mas prometo que teremos + novidades em breve...eu prometo!!! "hoho"
postado por às Quinta-feira, Setembro 04, 2003